Todos nós temos um caminho das pedras para seguir não é mesmo?
Já me conformei com isso. xD
abç^^
ARTIGO
O cinema de Glauber e o Regime Militar
“Glauber passou uma manhã abraçado comigo chorando, chorando, chorando compulsivamente. Eu custei a entender, ninguém entendia que Glauber chorava a dor que nós devíamos chorar, a dor de todos os brasileiros. O Glauber chorava as crianças com fome. O Glauber charava a brutalidade. O Glauber chorava a estupidez, a mediocridade, a tortura. Ele não suportava, chorava, chorava, chorava…” MAIS
CRÔNICA
Eu, máquina
No sentido de normalidade ao qual atribuímos todos os fenômenos que se repetem a cada dia, muitos absurdos são aceitos. Tornam-se coisas banais, corriqueiras, normais. Perdemos a consciência de que somos as nossas inclinações, ambições, interesses. MAIS
Fotografias Abstratas
A poesia faz-se da estética do real expressa em um coerente jogo de palavras, estética visível aqueles que se dispõe a sensibilidade que uma imagem possa expressar. Há momentos de significação única que se imprimem na mente, não importa quanto tempo passará, sempre levaremos estes momentos em uma fotografia mental onde não se guarda apenas o visual, mas também o sensorial, o aroma, o tátil… MAIS
CINEMA
Onde os fracos não têm vez (No Country for Old Men)
Com maestria, os Coen discutem presente, passado e futuro; em um ritmo que desconcerta boa parte do público do cinema hollywoodiano. MAIS
Même les pigeons vont au paradis
Após captar uma frequência de rádio, um vendedor e a morte (a própria) disputam uma corrida atrás de uma alma, um querendo enganá-la a outra querendo desenganá-la. Monsieur Moulin é esta alma, um idoso que vive em uma casinha de campo simples… MAIS
LITERATURA
Reparação, de Ian McEwan
A palavra corresponde a uma “realidade” mental que improvavelmente corresponde à realidade material, simplesmente porque as percepções são afetadas pela própria palavra que, em imagens mentais, distorce o não entendido, tentando adaptar ao padrão mental aquilo que é novo, sendo uma abertura e uma resistência ao mundo real, por mais paradoxal que isto possa parecer. MAIS
FOTOGRAFIA
CAMINHO DE PEDRAS
Áspero caminho talhado na memória.
Lembraças inertes que consomem o senso.
Desafio brutal este de pisotear cada espaço
desta aspereza reminiscente.
Culpa é a resultante e a omissão é retórica.
Todos nós temos um caminho das pedras para seguir não é mesmo?
Já me conformei com isso. xD
abç^^
By: codinome h on 14 Fevereiro, 2008
at 12:03 pm
muito linda a fotografia.
ótimo blog!
By: Júlia on 22 Fevereiro, 2008
at 6:02 pm
muito legal seu blog.
Um grande abraço
By: Deborah (Alma Collins) on 22 Fevereiro, 2008
at 11:02 pm
Eu gosto do cinema de Glauber Rocha, em parte. Alguns filmes eu entendi bem. Já outros eu vejo, vejo, vejo e não entendo nada. Mas penso sempre que a deficiência está em mim.
By: Andre L. Soares on 26 Fevereiro, 2008
at 10:06 pm